ORLANDO – Derek Barrs recebeu uma ovação em pé quando terminou seu discurso para a Truckload Carriers Association (TCA), e a reação pareceu completamente espontânea e genuína.

O novo administrador da Federal Motor Carrier Safety Administration falou em sua primeira reunião anual da TCA na segunda-feira, defendendo ferozmente as medidas que a agência e outras partes do governo federal tomaram para aplicar as regras existentes que regem a elegibilidade do motorista ou criar novos padrões que levaram a uma diminuição significativa no número de motoristas de caminhão na estrada.

Esse declínio na capacidade tem sido visto como o principal impulsionador do aumento nas taxas de frete e nas taxas de rejeição, o que pode estar levando os participantes da conferência da TCA a aceitar cautelosamente a ideia de que talvez a recessão do frete tenha acabado. Não é devido a um aumento em larga escala na demanda, como disse Bob Costello, economista-chefe da American Trucking Associations, em um discurso para a audiência após Barrs terminar sua fala. É uma questão de oferta.

Barrs começou seu discurso na ATA discutindo o recente Discurso sobre o Estado da União do Presidente Trump e sua inclusão da segurança de caminhões no discurso, especificamente para impulsionar a legislação recém-introduzida conhecida como Lei Dalilah, que restringiria ainda mais a capacidade de falantes não ingleses e residentes não domiciliados de obter uma CDL. O projeto de lei leva o nome de uma jovem gravemente ferida que sobreviveu a uma colisão com um caminhão dirigido por um motorista nos EUA.