No sábado, os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã. Na segunda-feira, drones iranianos atingiram a refinaria Ras Tanura da Arábia Saudita, uma das maiores do mundo, processando 550.000 barris por dia e um fornecedor chave de diesel para os mercados europeus. A QatarEnergy paralisou toda a produção de GNL. O petróleo Brent ultrapassou os US$ 82 o barril. O tráfego de petroleiros pelo Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do suprimento diário de petróleo do mundo, essencialmente parou. À medida que os preços da gasolina sobem para cerca de US$ 3,15 o galão e os futuros do diesel disparam, uma pergunta familiar retorna: Por que a maior nação produtora de petróleo do mundo ainda é refém de eventos a 11.000 quilômetros de distância? A resposta não está nos campos de petróleo. Está nos oleodutos, nas refinarias e nas décadas de decisões de infraestrutura que falhamos em tomar. Para a indústria de caminhões, que consome mais de 35 bilhões de galões de diesel anualmente, esta não é uma história geopolítica. É uma história de sobrevivência.

Dia três: O Estreito está fechado e as prateleiras estão observando.

No início da manhã de sábado, 28 de fevereiro, os Estados Unidos e Israel lançaram ataques aéreos coordenados em todo o Irã, visando Teerã, Isfahan, Qom e outras grandes cidades. Os ataques mataram o Aiatolá Ali Khamenei e vários altos funcionários. O presidente Trump descreveu a operação como destinada a destruir o programa nuclear do Irã e desestabilizar suas redes de procuração em toda a região.

A retaliação do Irã foi imediata e muito mais ampla do que qualquer resposta anterior. Teerã lançou mísseis e drones contra os EUA.