Menos dependência de aluguéis, mais de contratos: Ryder continua sua missão
A Ryder System espera concluir 2024 como uma empresa que, em seis anos, mudou-se de forma constante e inexorável do que era e provavelmente ainda é mais conhecida – aluguel de caminhões – para uma oferta de transporte onde o negócio contratual é cada vez mais a base de suas operações. Esse fato tem sido impulsionado pela administração da Ryder (NYSE: R) em várias apresentações por vários anos. Mas foi reforçado ainda mais em seu relatório de lucros do terceiro trimestre e na chamada com analistas por um gráfico que comparou a Ryder de 2018 com a Ryder de hoje.
Em um gráfico que descreveu a Ryder de seis anos atrás como "pré-transformação", 56% da receita de US$ 8,4 bilhões da empresa vieram de sua divisão de Serviços de Gerenciamento de Frota (FMS), a unidade cujos caminhões onipresentes na estrada são outdoors rolantes para suas atividades de aluguel de caminhões. Os 44% restantes vieram das operações combinadas de Soluções da Cadeia de Suprimentos (SCS), que é principalmente um provedor de logística contratual, e do segmento de Soluções de Transporte Dedicado (DTS), que fornece transporte dedicado para clientes contratados.
Levou vários anos, mas este ano essa divisão deve ser de cerca de 60% SCS/DTS e FMS detendo o restante. O benefício, de acordo com o CEO da Ryder, Robert Sanchez, na ligação, é que o negócio SCS/DTS é mais baseado em contratos, levando a fluxos de receita e lucros mais previsíveis. Por uma métrica chave